Na realidade estes artigos sao bem antigos, e esta profecia que eu fiz anos atras se concretizou recentemente, quando a Prefeitura assumiu o Hospital Mario Covas, penso que agora os Hortolandenses sao donos de seu destino, se trabalharmos com afinco e sabedoria, colocaremos o hospital ao real servico do Povo. O que e preciso fazer? muitas coisas entre elas tornar o atendimento de excelencia, com contratacao de proficionais qualificados, fazer um plano de carreira atrativo para todos os profissionais do Hospital, alem disso logicamente hieraquizar a rede de saude, e melhorar em qualidade e quantidade o atendimento da rede, para que os casos menos complexos sejam resolvidos antes, e nao sobrecarreguem o Hospital Mario Covas, para que o Hospital livre dos casos simples possa se dedicar a sua real funcao em atender as emergencias e urgencias e casos complexos de saude.

Grande abraco a todos, estamos as ordens no PSDC para discutirmos sobre assuntos relativos a cidade.

Enos de Oliveira



Escrito por Enos às 21h34
[] [envie esta mensagem]



veja essa

HORTOLÂNDIA


Vereadores não querem mais Unicamp

Rodrigo Alves - Hortolândia

A Câmara de Hortolândia não quer mais a Unicamp (Universidade de Campinas) na gestão do Hospital e Maternidade Governador Mário Covas. Os vereadores alegam que o atendimento médico na cidade não foi estabilizado e cobram do prefeito Ângelo Perugini (PT) outra alternativa para o atendimento público na área de saúde no município. A solução imediata, apontada na sessão terça-feira, foi a quebra de contrato com a instituição. O vereador Paulo Pereira Filho (PL) apresentou requerimento sobre o distrato do contrato, aprovado por unanimidade.

A Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura de Hortolândia se limitou a informar que o convênio para gerenciamento do hospital é mantido com a Unicamp e que a prefeitura segue a exigência do Ministério da Saúde em avaliar os controles de convênios. De acordo com a nota, existe uma negociação para discutir o reajuste previsto em contrato. Quanto ao requerimento da Câmara, a prefeitura disse que vai se manifestar no prazo exigido por lei.

A assessoria de Comunicação da Unicamp não apresentou informações sobre o suposto destrato e negou a informação de que o indicador de qualidade de atendimento tenha caído. A fila de espera de cirurgia eletivas foi zerada, a taxa de óbitos e infecção hospitalar caiu e novos equipamentos foram adquiridos, que de acordo com a nota da assessoria. Por último, a assessoria disse que a denúncia da Câmara de Hortolândia possui “motivação política e, na prática, nenhuma comprovação”.



MSN Busca: fácil, rápido, direto ao ponto. Encontre o que você quiser. Clique aqui.

Escrito por Enos às 09h30
[] [envie esta mensagem]



Entrevista com Dr. Enos de Oliveira, médico oftalmologista em Hortolândia.

Porque o Sr. é contra A UNICAMP assumir o Hospital Mário Covas de Hortolândia ?

A cidade de Hortolândia atravessa uma tremenda dificuldade na área da saúde, como a maioria das cidades brasileiras. O principal problema de Hortolândia na saúde é o atendimento primário da saúde, aquele que é feito nos Centros de Saúde, uma gripe,um exame ginecológico, puericultura, uma dor de garganra etc, ou seja atendimentos de baixa complexidade. Como a rede de atendimento primário é precaria estes atendimentos vão para o Hospital sobrecarregando o Hospital de pequenos procedientos (hoje cerca de 13000 consultas mês) que seríam facilmente resolvidos se os Centros de Saúde (rede primária de atendimento) fossem eficientes, ou seja estivessem com sua capacidade instalada otimizada, com 3 turnos de atendimento, plantão 24 horas, recursos humanos e equipamentos adequados, e gerenciamento eficaz.

Como a UNICAMP podería ser útil para a cidade já que é considerada um polo de execelência???

A UNICAMP está vindo justamente para o setor terciário onde um administrador Hospitalar contratado pela prefeitura um diretor clínico e uma poítica de saúde sería o suficiente, nesta proposta atual sería mais lógico a UNICAMP assumir a rede primária de saúde do municipio por um tempo LIMITADO SUFICIENTE, e não o Hospital, onde ela podería exercer o seu papel de ensino implantanto rotinas e formando todo um pessoal local. Nenhum município convoca a Universidade para cuidar de sua escolas, de seu asfalto, de seus asilos de suas creches etc, a Universidade tem o papel social de formar, educar para que estes indivíduos formados possam exercer suas funcões em suas cidades seja no setor público ou privado. Mas... se o poder público eleito entende que sería bom a prestação de serviços da UNICAMP para Hortolândia melhor sería na rede primária de atendimento.

Que outros problemas o Sr. vê neste contrato com a UNICAMP?

É bom que se diga que quando eu digo que sou contra o contrato da UNICAMP , não estou dizendo da capacidade da UNICAMP de assumir o Hospital, na realidade a UNICAMP é uma BMW em ensino e atendimento, o que estou falando são das consequências deste contrato, por ex: todos estão falando da assinatura do contrato que será de 1 300 000,00 mes mais a água do Hospital que a prefeitura vai pagar para a UNICAMP, mas ninquem está falando de como será cortado o convênio, digamos que daqui 5 anos o preço cobrado pela UNICAMP não seja interessante para o município o que fazer??? corta o contrado e fica sem o Hospital em pleno funcionamento até formar valores da cidade (enfermeiros, médicos administradores hospitalares etc) ou paga para a UNICAMP o que ela cobrar?

O Sr falou do papel da Universidade UNICAMP?

Eu não lembro bem a missão da UNICAMP (já li a missão mas não me lembro na íntegra), mas entendo que na missão de educar não consta assumir um contrato financeiro de prestação de serviço, entendo sim que SE Hortolândia não tem bons administradores hospitalares, não tem bons gerentes de centros de saúde, ou arrisco dizer até se não tem bons profissionais de saúde, (melhor sería dizer não tem boa política de saúde), o papel da Universidade de Campinas UNICAMP sería de capacitar estes profissionais, e dar retaquarda com seu Hospital de Clinicas (atendimento terciário de alta complexidade) com a devida referência e contra referência para que todo o sitema de saúde da conlurbação Campinas trabalhase em harmonia.

No seu ver porque a UNICAMP quer este convênio com Hortolândia?

Não sei dizer.

A UNICAMP mantêm parceria de sucesso com Sumaré e Paulinia, como o Sr. vê isso?

Em Sumaré o Hospital tem "portas fechadas" que significa dizer que só atende pacientes referenciados, o seja não atende as 13 000 consultas mês que o Hospital de Hortolândia atende; é mais fácial dizer tenho vaga para tal leito para tal cirugia ou não tenho vaga quando você não tem um Pronto Socorro precionando os seus serviços. Já Paulinia, imagino que é uma cidade de altíssima arrecadação pelo privilégio de ter a refinaria em seu território, entendo que verbas folgadas facilitam o contrato de prestação de serviços, e acredito que é uma cidade que tem o seu sistema primário e secundário de atendimento de saúde em bom funcionamento.

O que é o sistema secundário de atendimento??

O sistema primário de atendimento é aquele feito no centro de saúde, por ex: um diabético, o secundário é feito via de regra em um ambulatório de especialidade, por ex: este mesmo diabético que precisa de um exame de fundo de olho, já o atendimento terciário é aquele feito no hospital por ex: este mesmo paciente diabético que precisa de uma hemodiálise. É fácil entender que se aquele diabético inicial que não tem complicacões que só precisa de um controle buscar o Hospital para o atendimento vai tumultuar todo o sistema de saúde e sobrecarregar o Hospital que vai ter dificuldade de realizar sua função precipua de cuidar de casos complexos.

Sua últimas palavras.

Numa família muito pobre um jovem de 18 anos recebeu um presente inesperado de uma rifa, um BWM zero esportivo, chegou na sua casa todo animado, ganhei um carrão, vou passear com meus amigos, namorar muitas meninas estou muito feliz, o futuro me sorri, mas.... para estragar sua alegria o pai lhe falou: filho, venda o BWM e aplique o dinheiro em seu estudos pois somos pobres, daqui um anos este carro vai estar velho, talvez batido e aí você tem o IPVA e o seguro altíssimo para pagar, e depois vai ser muito difícil você trabalhar muitos anos para comprar finalmente um fusca.

Moral é errado ter uma BWM???, não... mas talvez seja mais prudente estudar.



Escrito por Enos às 15h54
[] [envie esta mensagem]



Enos de Oliveira

Respondendo a pergunta do Ivan; no caso de Sumaré o Hospital tem o convênio com UNICAMP mas com portas fechadas, ou seja não atende Pronto Socorro, só atende casos refenrenciados pela rede de saúde pública e com a condicional de ter vaga ou não, ou seja o Hospital não tem consultas e caos precionando a sua porta como é o caso do Hospital de Hortolândia que tem 13000 consultas mes precionanso sua porta e desorganizando seus serviços. Já Paulinia tem uma rede de saude bem organizada e tem recursos sobrando devido a sua alta taxa de arrecadação inclusive devido a refinaria, portando Sumaré e Pulinia são caos totalmente distintos de Hortolândia.

PS prometo publicar  amanhã uma entrevista onde eu coloquei muito bem esta questão de Paulinia e Sumaré, no que estas cidades diferem de Hortolândia.



Escrito por Enos às 13h18
[] [envie esta mensagem]



Bem Vindo todos para este espaço de discussão dos problemas de Hortolândia.

Escrito por Enos às 09h54
[] [envie esta mensagem]



Entrevista
Convênio com Unicamp não resolverá os problemas de saúde em Hortolândia

Enos de Oliveira: meu receio é o poder público se acomodar com o convênio e pensar que resolveu o problema da saúde de Hortolândia
Está é a afirmação do médico Enos de Oliveira morador da cidade desde 1986

11/10/2005 - 17:01h

Por Joilso Morais

O oftalmologista (médico que cuida dos olhos) Enos de Oliveira, que exerce a profissão há 20 anos, está em Hortolândia desde 1986. Ele foi o idealizador do Hospital Municipal de Sumaré, época em que foi secretário de saúde de 1989 a 1990, também foi chefe de residência médica do Hospital Belo Horizonte na capital mineira. Atualmente possui um consultório médico no município. Ontem à noite durante a audiência pública na Câmara Municipal, ele se posicionou contrário ao convênio entre a Prefeitura de Hortolândia e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). E hoje conversou com nossa reportagem para esclarecer o assunto.

hortolandia.com: Por quê você é contra o convênio com a Unicamp?

Enos de Oliveira: Sou contra essa parceria por vários motivos, mas primeiro vamos situar as esferas da saúde para que você e seus leitores possam entender melhor a minha posição. Existem três níveis de atendimento no sistema de saúde vigente no Brasil, que são o primário, o secundário e o terciário. O primário é aquele feito no centro de saúde, que o cidadão procura quando tem uma gripe, uma unha encravada, para controlar sua pressão arterial, suas diabete e exame ginecológico. O secundário diz respeito a especialidades, que são realizadas em ambulatórios e tratam casos com média complexidade como, por exemplo: uma consulta oftalmológica, uma endoscopia, ultra-som e etc. Já o atendimento terciário é aquele destinado para casos complexos como cirurgias que são realizados em um hospital. Seguindo esse raciocínio, o problema de Hortolândia não está no atendimento terciário e sim no primário aquele que é efetuado nos centros de saúde dos bairros e que no meu ponto de vista é o que requer uma maior atenção do poder público.

hortolandia.com:O que deveria ser feito então para mudar esse quadro?

Enos de Oliveira: A administração priorizar o atendimento primário, uma vez que é este atendimento que analisa e se caso haja a necessidade distribui para o ambulatório e o hospital. Outro ponto é aproveitar ao máximo a estrutura dos centros de saúde, para que eles possam funcionar o maior tempo e se possível 24 horas, em esquema de turnos, para que tenham médicos e profissionais disponíveis a qualquer momento. Outro fator e gastar bem os recursos, ontem na audiência o secretário de saúde informou que a prefeitura gasta 25% de sua receita com saúde. Muito dinheiro, porém mal gasto e sem a contrapartida dos governos Estadual e Federal. Para mim são três pontos que tem que ser corrigidos. Primeiro priorizar o atendimento primário, segundo buscar recursos do governo estadual e do federal e terceiro colocar um administrador hospitalar e um diretor médico para cuidar do hospital, que sejam funcionários públicos e moradores do município. Porque só assim teremos pessoas comprometidas com a população. Não adianta valorizarmos gente de fora da cidade.

hortolandia.com: Qual a principal conseqüência que este convênio pode trazer a médio e longo prazo para Hortolândia?

Enos de Oliveira: Eu vejo que o poder público pode se acomodar com a unicamp na administração do hospital, na esperança de que tendo uma Universidade que tem excelência em seus serviços, irá resolver os problemas de saúde pública de Hortolândia. E nós vamos perder a oportunidade de formar valores humanos em nossa cidade, como por exemplo, administradores hospitalares, lideres de enfermagem, técnicos em laboratórios e médicos comprometidos com a cidade e preocupados com a população.





Escrito por Enos às 09h52
[] [envie esta mensagem]



Hospital não terá UTI caso convênio com Unicamp seja aprovado

Vereadores, secretário de saúde e o representante da unicamp durante a audiência

11/10/2005 - 14:45h

Por Joilso Morais

O Hospital e Maternidade “Governador Mário Covas” não contará com Unidade de Terapia Intensiva (UTI), caso seja aprovado convênio entre a Prefeitura de Hortolândia e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para gerenciar a unidade hospitalar. Quem afirmou foi o representante da Unicamp, o médico Edson Bueno, durante audiência pública realizada ontem à noite na Câmara Municipal, que teve a participação de cerca de 220 pessoas.

O secretário de Saúde de Hortolândia, Paulo Bonilha, disse que não há justificativa técnica para a não instalação de UTI no hospital. De acordo com Bueno, com o Hospital Estadual “Dr. Leandro Franceschini”, em Sumaré - mantido pela Universidade, e o Hospital das Clínicas (HC) da Unicamp, em Campinas, não há necessidade em investir na implantação da UTI em Hortolândia. Bonilha afirmou que a prefeitura vai solicitar ao Estado a ampliação de leitos, já que a estrutura (restaurante, lavanderia) suporta um maior atendimento.

A audiência transcorreu tranqüila, com questionamentos respondidos por Bueno e o secretário de Saúde de Hortolândia. Durante uma das intervenções reservadas aos munícipes, o médico de oftalmologia, Enos de Oliveira, morador da cidade desde 1986, se posicionou contrário ao convênio. Segundo ele o poder público deveria em primeiro lugar resolver o problema do atendimento primário, “o que sobrecarrega o hospital são os casos que deveriam ser resolvidos nos centros de saúde, como uma gripe, unha encravada etc, da maneira que está sendo colocado o convênio, estão desvalorizando os profissionais de saúde e os cidadãos de Hortolândia”, explica Oliveira.

O médico Enos de Oliveira: o poder público tem que resolver primeiro a questão do atendimento primário



Pelo convênio - com validade para cinco anos -, a prefeitura pagará R$ 15 milhões por ano para a Unicamp. Entre as dúvidas dos moradores, expressadas pelos vereadores, está a questão sobre a situação dos atuais funcionários da unidade hospitalar. Uma vez aprovado o convênio, Bueno explicou que haverá um processo seletivo para a contratação de funcionários que possuam o perfil exigido pela Unicamp. Segundo ele a seleção será realizada por meio de provas, entrevista e análise do currículo.

Os vereadores reafirmaram na noite de ontem, durante o debate, seu posicionamento favorável ao convênio. A disposição dos vereadores em aprovar o projeto de lei que autoriza o convênio deve-se à concordância da prefeitura em rever cláusulas que os vereadores consideraram prejudiciais.

Após conversas com os vereadores na semana passada, a administração alterou cláusulas como a que previa taxa de letalidade de 10% (foi reduzida para 5%) e a cessão de funcionários públicos à Unicamp (foi retirada). “Sem dúvida, a disposição desta casa é de aprovar este convênio”, afirmou o presidente da Câmara, José Geraldo da Silva, o Zé Geraldo (PSOL), ao fim do debate público.

O Projeto de Lei que autoriza o convênio poderá ser votado na sessão de hoje do Legislativo, caso haja um pedido de urgência por parte da administração.






Escrito por Enos às 09h52
[] [envie esta mensagem]



[ ver mensagens anteriores ]


 


Histórico
04/05/2008 a 10/05/2008
04/02/2007 a 10/02/2007
09/10/2005 a 15/10/2005


Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis